Este é um blog aberto ao público, para que aqui deixe sua postagem a respeito do tema em seu país. Pode ser a Sabedoria Popular em qualquer área: Saúde, Beleza, Vida, Particularidades Culturais, Religião, Arte.

04
Jan 11

Nossa amiga Isabel, que já não participa mais de nosso blog como autora, faz anos hoje!...

E nós, continuamos desejando a ela toda felicidade do mundo, e, quero fazer minhas,  estas palavras deste vídeo:

 

 

publicado por Bete do Intercambiando às 02:29

28
Out 10

Ontem, nossa querida Maria publicou aqui um post sobre as ervas aromáticas, e nos fêz lembrar de uma receita de "abóbora com coentro" que faço, que, na verdade, fui eu mesma que inventei, mas nem por isso menos gostosa!...Minhas meninas, quando crianças aprenderam a gostar de abóboras, por conta dela!

 

Mas, antes de ir à receita, quando ela falou da substituição do sal, pelas ervas,acabei me recordando de algo bem engraçado!..É rápido, leva só um minutinho prá contar:

 

Papai, era um excelente cozinheiro, tudo que ele fazia ficava ótimo, mas, tinha a mão um pouco pesada no sal!...Eu, sempre às voltas com uma alimentação saudável, já vou bem mais devagar, e, às vezes lhe falava:- Nossa, tá com a mãozinha pesada no sal, hem?!!!!!

Êle, descendente de italianos, já respondia, fazendo voz de zangado: - Puta merda,(delicaaaado!!!) vocês, daqui a pouco vão comer sem sal, e achar que está salgado!..E não é, que mais do que uma vez, só fui me dar conta que havia esquecido o sal, quando já estava quase acabando de comer?...Aí, me lembro e dou risada!...E também fico com saudades...Muitas saudades!

 

Bem, mas vamos à receita:

 

Pegue uma abóbora madura, descasque e corte em cubos.Claro, que se a abóbora for muito grande, faça a quantia que lhe apetecer.

Faça um refogado com bastante cebola ( 1 ou 2), uns 3 dentes de alho, e acrescente a abóbora, e um pouco de sal.

Vá cozinhando até que vire uma papa, corrija o sal à gosto, acrescente um pouco de farinha de mandioca, apenas o suficiente para dar uma certa "liga" e, então acrescente um pouco de salsinha, cebolinha e um toque de coentro...Cuidado para não exagerar no coentro, pois pode alterar todo o prato...E cuidado tb com o sal, pois se salgar muito perde toda a graça.

 

Obs: Às vezes a própria consistência da abóbora,  leva-nos a achar a farinha de mandioca dispensável, mas é ela que vai dar também o diferencial do prato. Serve de acompanhamento para carnes, e indispensável também o arroz branco!....Se sobrar, pode deixar na geladeira e servir como acompanhamento frio numa próxima refeição, que, no caso vai substituir uma eventual salada.....Bom também!

 

 

 

 

publicado por Bete do Intercambiando às 16:30

19
Out 10

No meio do caminho

No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.

Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.

 

Quero dedicar este poema de Carlos Drumond de Andrade, à minha filha e seus amigos desbravadores de "pedras no meio do caminho".Se quiserem ver suas aventuras deem uma expiadinha no  http://intercambiando.blogs.sapo.pt/26065.html   .

Este poema foi publicado  em 1928 na  modernista "Revista de Antropofagia", e muito criticado, então!

  

Dificilmente há quem não o conheça!...Talvez tenham sido as próprias críticas da época que o tenham marcado tanto!

Acabou virando uma marca registrada de Carlos Drumond de Andrade que, mais tarde, em 1967, acabou lançando um livro " Uma Pedra no meio do Caminho-Biografia de um Poema".

 

 

 

...Não é difícl encontrar quem não se identifique!!!

 

 

 

 

publicado por Bete do Intercambiando às 20:42

27
Set 10

[carta-de-amor_portugal_porreiro.jpg]

 

Cartas de Amor, são ridículas?...Claro que não!

Nunca o foram...

Mas quem tem tempo para as escrever hoje?

Quem tem tempo para pensar os afectos, os deixar poisar suavemente numa folha de papel e, depois, os colocar, amorosamente na caixa do correio, vendo-os partir a caminho do destino?

Isso é sonhar!

Mas hoje sonha-se? Não há tempo...

Tudo está pré-definido, pré-fabricado...codificado...

Poucos sentem o prazer imenso de escrever...à mão...

Pouco se sente o prazer de pensar...à mão...

Cartas de Amor, não são ridículas, são belas e sábias!

É preciso voltar a escrever Cartas de Amor e a Vida fará muito mais sentido...

publicado por Belisa Vaio às 08:08

23
Set 10

Não tenho ido muito ao cinema, mas, com a temporada de "Nosso Lar" chegando ao fim, não poderia deixar de ir, para poder contar para minha amiga Belisa, que manifestou o desejo de ver o filme a alguns dias atrás em seu Blog  http://fenixia.blogs.sapo.pt/19416.html , pois parece que ainda não foi lançado aí em Portugal!

Chico Chavier psicografou 16 livros ditados pelo espírito do médico André Luiz, entre eles o Nosso Lar, que foi publicado pela primeira vez em Outubro de 1943, e que agora ganha as telas pelas mãos do diretor Wagner de Assis, e elenco bastante conhecido da teledramaturgia brasileira.

Não falarei aqui do enredo do filme, pois já tem material de sobra na Internet, só quero deixar registrado o grande sucesso que está sendo, de público e de crítica.

Não bastasse o assunto tão intrigante, da vida após a morte, ainda com uma trilha sonora das melhores.

Mas, há uma música em especial que me encantou, não por não conhecê-la, mas pela colocação oportuna em um momento peculiar do filme: "SONATA AO LUAR", de Bethoven. Não é o vídeo do filme, mas foi uma das melhores interpretações que encontrei no Youtube.

Também não preciso dizer que chorei o filme todo...Não é filme prá chorar, mas acredito que chorarão todos que já tiveram tido perdas  preciosas.

 

 

publicado por Bete do Intercambiando às 03:52

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