Este é um blog aberto ao público, para que aqui deixe sua postagem a respeito do tema em seu país. Pode ser a Sabedoria Popular em qualquer área: Saúde, Beleza, Vida, Particularidades Culturais, Religião, Arte.

12
Abr 12

Gosto de tudo que se relaciona com nossa língua! Expressões idiomáticas, etimologia das palavras, novas expressões que vão surgindo, outras que entraram em desuso. Lá no Intercambiando, tenho até um link sobre o assunto.

 

Estávamos reunidos no sábado de manhã em casa de minha mãe tomando nosso desjejum, alegres,  pois não é sempre que temos esta oportunidade de nos reunir. Os cachorros ( Elvira e Robinho) em volta da mesa fazendo festinha prá ganhar alguma coisa.

 

 Robinho, foi um " presente de grego" que minha mãe ganhou de uma das netas! Mas vive às turras com ele pois, como todo bebê, até criar juízo vai longe. Já aprontou poucas e boas!..Dos canteiros que ela tanto estima não sobrou quase nada. Pouco entra em casa, porque todo cuidado com ele é pouco.

 

Mamãe, por sua vez, não quer abrir mão do pestinha pois já se afeiçoou, mas não consegue passar algumas horas sem reclamar de suas artes...E, prá variar, reclamava dele no café da manhã.

 

- Isso é um " fadário"! disse ela...

 

Como este termo nunca ouvimos por aqui, a não ser dentro de nossa casa, começamos a rir! Sempre achamos que essa seria alguma palavra inventada por ela, ou pela mãe dela, ou talvez pela avó dela.

 

Mas, qual não foi a surpresa, ao procurar no "Aurélio":

 

Fadário: Destino traçado pelo sobrenatural, vida difícil e trabalhosa!

 

Imagine se rimos pouco sobre o assunto! Virou a chacota do dia!

 

 O Fadário no colo de sua dona. Esta foto é da Páscoa de 2011, dia do "presente" 

 

 

 

 

 

publicado por Bete do Intercambiando às 21:26

29
Jun 11

Aos sábados pela manhã, na EPTV, uma afiliada da Rede Globo, um progrma bem brejeiro, que meu querido paizinho não perdia nunca.

Neste, eles ensinam, num sitio do interior paulista, a fazer queijo fresco...Vale a pena ver!

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publicado por Bete do Intercambiando às 03:25

27
Abr 11

Alguns anos atrás, um meu ex-professor me mostrou uma análise de sangue; o que eu vi me deixou impressionado.

 

Os cinco principais parâmetros do sangue, ou seja: uréia, colesterol, glicemia, lipídeos e triglicerídeos apresentavam valores que, em muito excediam os níveis permitidos.

 

Comentei que a pessoa com aqueles índices já deveria estar morta ou, se estava viva, isto seria apenas por teimosia. O professor, então, mostrou o nome do paciente que, até então, tinha sido ocultado pela sua mão. O paciente era ele mesmo!

 

Fiquei estupefato! E comentei: "Mas como? E o que você fez?". Com um sorriso, ele me apresentou a folha de uma outra análise, dizendo: "Agora, olhe esta, compare os valores dos parâmetros e veja as datas".

 

Foi o que eu fiz. Os valores dos parâmetros estavam nitidamente dentro das faixas recomendadas, o sangue estava perfeito, impecável, mas a surpresa aumentou, quando olhei as datas; a diferença era de apenas um mês (entre as duas análises da mesma pessoa)!

 

Perguntei: "Como conseguiu isso? Isso é, literalmente, um milagre!" Calmamente, ele respondeu que o milagre se deveu a seu médico, que lhe sugeriu um tratamento obtido de outro médico amigo. Este tratamento foi utilizado por mim mesmo, várias vezes, com impressionantes resultados.

 

Aproximadamente, uma vez por ano, faço análise de meu sangue e, se algum dos parâmetros estiver apresentando tendência ao desarranjo, volto imediatamente a repetir esse processo. Sugiro que você o experimente.

 

Aqui está o SEGREDO: Semanalmente, por 4 semanas, compre, na feira ou em supermercado, pedaços de abóbora. Não deve ser a abóbora moranga e sim a abóbora grande, que costuma ser usada para fazer doce.

 

 Diariamente, descasque 100 gramas de abóbora, coloque os pedaços no liquidificador, junto com água (SÓ ÁGUA!), e bata bem, fazendo uma vitamina de abóbora com água. Tome essa vitamina em jejum, 15 a 20 minutos antes do desjejum (café da manhã). Faça isso durante um mês, toda vez que o seu sangue precisar ser corrigido. Poderá controlar o resultado, fazendo uma análise antes e outra depois do tratamento com a abóbora. De acordo com o médico, não há qualquer contra-indicaçã o, por tratar-se apenas de um vegetal natural e água (não se usa açucar!).

 

O professor, excelente engenheiro químico, estudou a abóbora para saber qual ou quais ingredientes ativos ela contém e concluiu, pelo menos parcialmente, que nela está presente um solvente do colesterol de baixo peso molecular : o colesterol mais nocivo e perigoso - LDL .

Durante a primeira semana, a urina apresenta grande quantidade de colesterol LDL (de baixo peso molecular), o que se traduz em limpeza das artérias, inclusive as cerebrais, incrementando, assim, a memória da pessoa.

 

Há apenas um inconveniente: o sabor da abóbora crua não é muito agradável! Nada mais.

 

Porém, há um detalhe importante: nem a abóbora, nem a água poderão ir para a geladeira, porque a refrigeração destrói os ingredientes ativos da vitamina. Esta é a razão de ter que comprar, semanalmente, a abóbora, pois, fora da geladeira, ela se estraga rapidamente.

Referência:
[1] Salvatore de Salvo e Mara Teresa de Salvo, Novos Segredos da Boa Saúde, Editado pela Biblioteca 24x7 [ www.biblioteca24x7. com.br ], São Paulo-SP, novembro 2008.

 

 


 

 

publicado por Bete do Intercambiando às 03:02

21
Fev 11

Excelente o livro do Dr. Lelington Lobo Franco, sobre a cura e prevenção de doenças, através dos sucos!

 

São, ao todo 100 sucos, para diversos males, com a mistura de diversas frutas e folhas!

 

Ele estudou durante anos os princípios ativos destes elementos, e apresenta-os, além da forma de sucos, também em chás e vitaminas.

 

Selecionei este para ácido úrico e gota, pois lembrei-me o sofrimento de meu pai, durante anos, quando estes males o atacavam!...Espero que possa ser útil aos seus portadores.

 

O nome do livro do Dr. Lelington é  " 100 SUCOS COM PODERES MEDICINAIS"

 

 

½ pepino médio

½ cenoura média

1 copo de água-de-coco ou 1 copo de água mineral

Modo de preparo: passar pela centrífuga a cenoura e o pepino, e em

seguida misturar com água-de-coco ou água mineral.

 

Dose recomendada: 1 copo , 3 vezes ao dia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como Ganhar Dinheiro na Internet
publicado por Bete do Intercambiando às 23:14

22
Jan 11

LINDO TEXTO ESCRITO PELO PROFESSOR DE LINGUA PORTUGUESA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL REY : JOSÉ ANTONIO DE OLIVEIRA RESENDE!

 

Este texto nos foi enviado pela amiga Rita, lá de Rio Claro/SP, Brasil, e veio em formato power point, que pretendíamos transformar no Share
(www.slideshare.com  ), para poder fazer a postagem, como o original, pois seu fundo tem lindas fotos da cidade de São João Del Rey, mas,  infelizmente, o Share não aceitou o formato!

 

 

"Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite.
Ninguém avisava nada, o costume era chegar de pára-quedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.
– Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.
E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
– Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!
A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro… casa singela e acolhedora. A nossa também era assim.
Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia:
– Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.
Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite… tudo sobre a mesa.
Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança… Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam…. era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade…
Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa.. A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos… até que sumissem no horizonte da noite.
O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, e-mail… Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:
– Vamos marcar uma saída!… – ninguém quer entrar mais.
Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.
Casas trancadas.. Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos do leite…
Que saudade do compadre e da comadre!

 


Texto de José Antônio Oliveira de Resende, professor do Departamento de Letras, Artes e Cultura da Universidade de São João Del-Rei.

 

 

 

 

 

Como Ganhar Dinheiro na Internet
publicado por Bete do Intercambiando às 18:37

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