Este é um blog aberto ao público, para que aqui deixe sua postagem a respeito do tema em seu país. Pode ser a Sabedoria Popular em qualquer área: Saúde, Beleza, Vida, Particularidades Culturais, Religião, Arte.

09
Fev 12

Conhecemos há alguns dias uma graça de menina chamada Maria da Lua.

O que escreve, é bom de se ler, motivante, "pega na veia", como se diz por aqui!...Em poucas palavras e poucas imagens, ela consegue tudo isso!...Bendita Maria!

Hoje ela escreveu sobre o medo, e coloco aqui, o link para que possam averiguar, se tenho ou não razão: http://estoriasdelua.blogs.sapo.pt/39712.html

Isso fêz me lembrar, uma ocasião, em que todos os dias, recorrentemente, eu sonhava com o bicho...aquele sabe, que a gente nem gosta de falar o nome!...Ele vinha de olhos vermelhos, e eu acordava assustada, com o coração acelerado...Um dia, eu disse a mim mesma: Hoje vou enfrentar a "Fera".

E, quando à noite, ela veio me assutar com aqueles olhos vermelhos, eu lhe disse: Saia daqui, não tenho medo de você!...Saia, saia!...E ela saiu, e nunca mais voltou!

...Até hoje, quando conto esta história, me arrepio toda, respiro fundo, e sinto-me feliz, por ter expulsado este Medo de minha vida!

Maria disse que gosta de caixas...Eu adoro fazer caixas rsrsrsrss...talvez fazê-las, tenha feito parte do processo de expulsar medos e depressões!

Então envio à Maria, virtualmente, uma Caixa que fiz à minha filha, no natal de 2010.

 

 

 

 

 

publicado por Bete do Intercambiando às 18:45

05
Dez 11

Gosto de Carlos Drumond de Andrade, porque sua fala é de uma beleza e simplicidade, que não tem como não compreender e gostar!

 

Aqui ele nos fala de uma Casa e sua Arrumação:

 

Casa arrumada  é assim: 

Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa
entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um
cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os
móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras
e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições
fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante,
passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...
Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca
ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.

 

publicado por Bete do Intercambiando às 02:38

02
Fev 11

QUEM EXPLICA ISSO?

QUEM SOUBER EXPLICAR ME DIGA...


ESTE ANO VAMOS EXPERIMENTAR QUATRO DATAS INCOMUNS .... 1/1/11, 1/11/11, 11/1/11, 11/11/11 E TEM MAIS!!!
 
PEGUE OS ÚLTIMOS 2 DÍGITOS DO ANO EM QUE VOCÊ NASCEU MAIS A IDADE QUE VOCÊ VAI TER ESTE ANO E A SUA SOMA SERÁ IGUAL A 111 PARA TODOS!

 

ALGUEM EXPLICA O QUE É ISSO????

 

 

 

...Puxa! Mas nao é mesmo? Nasci em 55, com mais 56 que farei este ano, dá 111!...Que os anjos nos protejam! 


 

 

 

 

publicado por Bete do Intercambiando às 01:12

26
Jan 11

A Rede Globo de televisão começou, ontem uma minisérie contando a vida de Chico Xavier.

 

Lá, passaram um trecho de uma entrevista dele ao programa Pinga Fogo, da extinta TV TUPI, no ano de 1971, que, por acaso, encontramos a entrevista, na íntegra, e a postamos aqui!...

 

É um vídeo um pouco longo, com 1:36 horas, mas vale a pena ver, e constatar, sua sabedoria e bondade!

 

Aos que nunca ouviram falar  do Médium  Chico Xavier, brasileiro que difundiu a doutrina espírita, vale a pena ver, para conhecer este homem simples, que, com apenas alguns anos de estudo do ensino fundamental, psicografou mais de 450 livros, entre os quais O NOSSO LAR, filmado recentemente, e grande sucesso de bilheteria.

 

Vejam a entrevista, de um dos programas que Chico participou, vale a pena!

 

 

 

 

 

SE, APRECIAS O ASSUNTO, PODERÁ GOSTAR TAMBÉM DE :

 

"TINHA QUE IR"

 

 

e

 

 

 

"REENCARNAÇÃO"

 

 

 

 

 

publicado por Bete do Intercambiando às 20:49

22
Jan 11

LINDO TEXTO ESCRITO PELO PROFESSOR DE LINGUA PORTUGUESA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL REY : JOSÉ ANTONIO DE OLIVEIRA RESENDE!

 

Este texto nos foi enviado pela amiga Rita, lá de Rio Claro/SP, Brasil, e veio em formato power point, que pretendíamos transformar no Share
(www.slideshare.com  ), para poder fazer a postagem, como o original, pois seu fundo tem lindas fotos da cidade de São João Del Rey, mas,  infelizmente, o Share não aceitou o formato!

 

 

"Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite.
Ninguém avisava nada, o costume era chegar de pára-quedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.
– Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.
E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
– Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!
A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro… casa singela e acolhedora. A nossa também era assim.
Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia:
– Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.
Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite… tudo sobre a mesa.
Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança… Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam…. era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade…
Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa.. A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos… até que sumissem no horizonte da noite.
O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, e-mail… Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:
– Vamos marcar uma saída!… – ninguém quer entrar mais.
Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.
Casas trancadas.. Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos do leite…
Que saudade do compadre e da comadre!

 


Texto de José Antônio Oliveira de Resende, professor do Departamento de Letras, Artes e Cultura da Universidade de São João Del-Rei.

 

 

 

 

 

Como Ganhar Dinheiro na Internet
publicado por Bete do Intercambiando às 18:37

23
Dez 10

Antigamente, virava e mexia, eu me descontentava com meu trabalho!...Até que um dia, Therezinha me contou uma fábula, que pus em prática, algumas vezes, prá nunca mais reclamar de nada!

 

Quero deixá-la aqui, como uma verdadeira Sabedoria Popular, que enriquece aos que a ela prestam atenção!

 

"Tinha um pastor que vivia feliz com sua esposa e 4 filhos, até o dia que o sogro faleceu e a sogra veio morar em sua casa!

 

O pastor descontente com a situação foi falar com o sábio da aldeia!

 

O sábio lhe disse:  - Faz o seguinte: Leva prá dentro de tua casa uma de tuas cabras, para que ela habite com a família!

 

O pastor achou um disparate, mas não pensou duas vezes prá seguir os preceitos do mestre!

 

Passados alguns dias, com a situação a piorar, voltou a falar com o mestre que lhe recomendou : - Faz o seguinte: Leva mais uma de tuas cabras prá coabitar com vocês!

 

Claro, que o pastor achou um absurdo total, mas seguiu a recomendação!

 

Assim foi até o ponto do pastor já estar com 4 cabras dentro de casa, mais a esposa, os 4 filhos, e a SOGRA!

 

A situação tornou-se tão insuportável que o pastor se rebelou e foi ter com o mestre, já bastante irritado com aquilo tudo!

 

E teve a recomendação final: - Então, agora faça o seguinte: - Tire as 4 cabras de dentro de casa, e volte  daqui alguns dias!

 

Na sua volta  o mestre lhe perguntou: E então, como está indo a família?

 

E o pastor:  - Nunca fomos tão felizes!"

_________________________________________________________________________________________________________________

 

 

Hoje, quando pinta um descontentamentozinho corro logo me lembrar das cabras que já coloquei em minha vida, e me lembro do quanto sou Feliz!...Se isso não for suficiente, corro logo arrumar uma "cabra" prá me fazer lembrar!

 

 

 

publicado por Bete do Intercambiando às 18:30

08
Nov 10

Hoje, fazendo uma reflexão sobre minhas vitórias e minhas perdas materiais, durante minha vida, concluí, que nos últimos 6 anos, me tornei "UMA VENCEDORA".

Digo isso com orgulho, porque, neste período, além de ter reconquistado algumas coisas materiais, conquistei também minha liberdade emocional, qualidade de vida, consegui sair de um circulo vicioso de depressão, enfim, conquistei minha felicidade, independente das coisas que me acontecem a volta.

 

Foi então, que comentando isso com minha filha, lembrei-me de um texto, que tenho há muito tempo registrado em minha agenda, retirado de um livro de Deepak Chopra : "As 7 Leis Espirituais do Sucesso": Diz êle:

 

"O sucesso na vida, poderia ser definido como a "Expansão contínua de felicidade e a realização progressiva de objetivos compensadores"...Mas, o sucesso inclui também saúde, energia, entusiasmo pela vida,relacionamentos compensadores, liberdade criativa,estabilidade física, emocional, bem estar e paz de espírito.

Mesmo que tenhamos tudo isso, permaneceremos insatisfeitos se não cultivarmos as sementes da Divindade que está dentro de nós...Na realidade, somos uma divindade disfarçada, somos embriões de deuses e deusas, que, contidos em nosso ser, buscam a plena realização."

 

 

Em outro trecho, êle diz:

 

"No distanciamento está a Sabedoria da Incerteza....na Sabedoria da Incerteza, está a libertação do passado, do conhecido, que é a prisão dos velhos condicionamentos.

E, na mera disponibilidade para o desconhecido, para o campo de todas as possibilidades, rendemo-nos à mente criativa que rege o Universo"!

 

Acho que estas palavras reforçaram a 'MINHA METAMORFOSE AMBULANTE" 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como Ganhar Dinheiro na Internet
publicado por Bete do Intercambiando às 14:22

19
Out 10

No meio do caminho

No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.

Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.

 

Quero dedicar este poema de Carlos Drumond de Andrade, à minha filha e seus amigos desbravadores de "pedras no meio do caminho".Se quiserem ver suas aventuras deem uma expiadinha no  http://intercambiando.blogs.sapo.pt/26065.html   .

Este poema foi publicado  em 1928 na  modernista "Revista de Antropofagia", e muito criticado, então!

  

Dificilmente há quem não o conheça!...Talvez tenham sido as próprias críticas da época que o tenham marcado tanto!

Acabou virando uma marca registrada de Carlos Drumond de Andrade que, mais tarde, em 1967, acabou lançando um livro " Uma Pedra no meio do Caminho-Biografia de um Poema".

 

 

 

...Não é difícl encontrar quem não se identifique!!!

 

 

 

 

publicado por Bete do Intercambiando às 20:42

16
Out 10

Amigas

Lindas palavras, atribuídas à Mario Quintana, mas fiquei em dúvida, pela citação "Spa"!..."Tentar segurar a onda" (?)

Oportunamente, tentarei comprovar a sua autenticidade!...Mas, até lá, podemos nos deliciar com estas sábias palavras, seja lá quem foi que as disse!

Afinal, esta felicidade de que ele fala, não é a mesma felicidade que estamos tendo, em nossa maturidade emocional?????Não é disso que temos falado, tanto?

 

Embora, esteja como uma postagem minha no Slideshare, a apresentação não é de minha autoria!...Eu apenas a postei, para poder lhes reportar!

publicado por Bete do Intercambiando às 19:17

30
Set 10

Em especial às amigas (os) de Portugal, que dizem, que o Português do Brasil é doce!

"METADE" interpretada por Oswaldo Montenegro!

 

Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio

Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.

Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.

Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção.

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.

publicado por Bete do Intercambiando às 04:37

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