Este é um blog aberto ao público, para que aqui deixe sua postagem a respeito do tema em seu país. Pode ser a Sabedoria Popular em qualquer área: Saúde, Beleza, Vida, Particularidades Culturais, Religião, Arte.

09
Fev 12

Conhecemos há alguns dias uma graça de menina chamada Maria da Lua.

O que escreve, é bom de se ler, motivante, "pega na veia", como se diz por aqui!...Em poucas palavras e poucas imagens, ela consegue tudo isso!...Bendita Maria!

Hoje ela escreveu sobre o medo, e coloco aqui, o link para que possam averiguar, se tenho ou não razão: http://estoriasdelua.blogs.sapo.pt/39712.html

Isso fêz me lembrar, uma ocasião, em que todos os dias, recorrentemente, eu sonhava com o bicho...aquele sabe, que a gente nem gosta de falar o nome!...Ele vinha de olhos vermelhos, e eu acordava assustada, com o coração acelerado...Um dia, eu disse a mim mesma: Hoje vou enfrentar a "Fera".

E, quando à noite, ela veio me assutar com aqueles olhos vermelhos, eu lhe disse: Saia daqui, não tenho medo de você!...Saia, saia!...E ela saiu, e nunca mais voltou!

...Até hoje, quando conto esta história, me arrepio toda, respiro fundo, e sinto-me feliz, por ter expulsado este Medo de minha vida!

Maria disse que gosta de caixas...Eu adoro fazer caixas rsrsrsrss...talvez fazê-las, tenha feito parte do processo de expulsar medos e depressões!

Então envio à Maria, virtualmente, uma Caixa que fiz à minha filha, no natal de 2010.

 

 

 

 

 

publicado por Bete do Intercambiando às 18:45

09
Jun 11

Os que me conhecem sabem que gosto de escrever, apenas sobre coisas leves, positivas, e que possam dar um minutinho de alegria a quem lê.

Contudo, a vida não é feita apenas destes momentos, e, saber encarar as tristezas que aparecem, também é qualidade de vida.

Hoje, encontrei este texto no Uol, sobre a terapia do Luto, e Cissa Guimarães, renomada artista brasileira que teve à pouco tempo, uma perda terrível, relata sua experiência:

 

A terapia do luto foi fundamental para que eu conseguisse
sobreviver à maior dor de um ser humano", diz a atriz Cissa Guimarães, em
entrevista exclusiva ao UOL Comportamento, se referindo ao filho Rafael
Mascarenhas, que morreu atropelado aos 18 anos, em julho de 2010.
"Consegui isso com a ajuda terapêutica de Adriana Thomaz. Com ela, entendi
melhor a morte, como fazer a conexão com o amor do meu filho e como reaprender
a viver."

 

 A terapeuta Adriana Thomaz define a terapia do luto como o cuidado oferecido a uma pessoa que
sofreu uma perda significativa. "O luto é uma fase de transição. Essa
terapia, portanto, é uma abordagem comportamental, breve e focal, centrada na
pessoa e que dá novo significado à sua vida”, explica ela , que é médica,
trabalha na área há mais de dez anos e é a profissional que cuida de Cissa.

 

Quando iniciada logo após à morte, a terapia do luto é,
também, um tipo de aconselhamento para as tarefas básicas, como tomar a decisão
de ir ou não ao velório, de ver ou não o corpo, levar as crianças ao enterro (e
o que dizer a elas), se será positivo participar de rituais religiosos, voltar
ou não para casa e o que fazer com os pertences do ente querido...

 

 "A terapia facilita o reconhecimento dessas tarefas, que não podem ser evitadas ou
apressadas, permitindo que o enlutado se organize para elaborar a perda, assim
como estabeleça sua rede de apoio e busque sua espiritualidade -religiosa ou
não”. Além desse acompanhamento inicial, consultas auxiliam a enxergar a
realidade e encarar a vida.

 

Adriana passou a atender Cissa Guimarães cerca de três dias
após a morte de Rafael. "Em primeiro lugar, tive que detectar os
instrumentos que eram mais importantes para ela, que a faziam continuar a ter
vontade de viver. Percebi que o trabalho como atriz era vital, assim como o
carinho do público", conta a especialista. "Cada caso é um caso, mas,
no geral, a abordagem é procurar o que dá sentido àquela vida e tentar reerguer
a pessoa", explica.

 

 Cissa Guimarães diz que acha que esse tipo de acompanhamento é de extrema importância para quem
passa por perdas graves. "Nosso mundo ocidental lida muito mal com a
morte. Precisamos aprender a aceitá-la e transmutar esta dor em força. E é
exatamente isso que a terapia do luto nos ensina."

 

O empresário carioca Fernando Malheiros, de 71 anos, conta
que sua mulher, Vera, faleceu em 25 de julho de 2009, depois de 43 anos de
casamento. “Eu iniciei o tratamento depois de um ano da perda da minha mulher e
posso afirmar que, em três meses de terapia, me tornei outra pessoa. Acho que
todos que passam por um trauma como esse deveriam procurar uma ajuda do tipo.
Em vez de sofrer a ausência da Vera, passei a sentir sua presença constante e é
isso que me fortalece."

 

Sem medo

 

Segundo Adriana, uma das vantagens da terapia do luto é que
o paciente tem um espaço seguro para expressar sua tristeza, sua revolta ou
qualquer tipo de sentimento e pensamento sobre a morte, sem receios. O paciente
pode chorar, se abrir, deixar de lado o medo de desestruturar os familiares,
magoar entes queridos, assustar os filhos e não se preocupa se deve ou não
demonstrar suas fraquezas.

 

"A terapia reassegura ao enlutado que ele não está
ficando louco por estar experimentando sentimentos novos, desconhecidos e até
contraditórios", resume Adriana, que exemplifica: "Uma viúva que
perde o marido, que apresentava demência há anos, fica confusa por se sentir
aliviada com sua morte, apesar de profundamente triste". E ela conclui
que, no processo, há a preocupação em explicar que cada um tem sua maneira de
expressar o luto e não existe certo e errado.

 

O tratamento

 

 Um paciente da terapia do luto precisa de acompanhamento que varia, geralmente, de três a seis
meses. No início do tratamento, o indicado é visitar o profissional duas vezes
por semana. Conforme o progresso do paciente, as sessões se tornam semanais e,
posteriormente, quinzenais -até que o paciente receba alta. De acordo com a
terapeuta Adriana Thomaz, ainda existem poucos especialistas em luto no Brasil
(e a maioria atua na capital paulista). Quem sofreu uma perda pode recorrer a
outros especialistas. Adriana orienta, porém, que é importante esclarecer o
objetivo do tratamento ao médico ou psicólogo e perguntar se ele está apto para
fazer esse tipo de acompanhamento.

 

publicado por Bete do Intercambiando às 14:45

22
Jan 11

LINDO TEXTO ESCRITO PELO PROFESSOR DE LINGUA PORTUGUESA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL REY : JOSÉ ANTONIO DE OLIVEIRA RESENDE!

 

Este texto nos foi enviado pela amiga Rita, lá de Rio Claro/SP, Brasil, e veio em formato power point, que pretendíamos transformar no Share
(www.slideshare.com  ), para poder fazer a postagem, como o original, pois seu fundo tem lindas fotos da cidade de São João Del Rey, mas,  infelizmente, o Share não aceitou o formato!

 

 

"Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite.
Ninguém avisava nada, o costume era chegar de pára-quedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.
– Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.
E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
– Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!
A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro… casa singela e acolhedora. A nossa também era assim.
Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia:
– Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.
Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite… tudo sobre a mesa.
Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança… Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam…. era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade…
Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa.. A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos… até que sumissem no horizonte da noite.
O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, e-mail… Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:
– Vamos marcar uma saída!… – ninguém quer entrar mais.
Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.
Casas trancadas.. Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos do leite…
Que saudade do compadre e da comadre!

 


Texto de José Antônio Oliveira de Resende, professor do Departamento de Letras, Artes e Cultura da Universidade de São João Del-Rei.

 

 

 

 

 

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publicado por Bete do Intercambiando às 18:37

04
Jan 11

Nossa amiga Isabel, que já não participa mais de nosso blog como autora, faz anos hoje!...

E nós, continuamos desejando a ela toda felicidade do mundo, e, quero fazer minhas,  estas palavras deste vídeo:

 

 

publicado por Bete do Intercambiando às 02:29

23
Dez 10

Antigamente, virava e mexia, eu me descontentava com meu trabalho!...Até que um dia, Therezinha me contou uma fábula, que pus em prática, algumas vezes, prá nunca mais reclamar de nada!

 

Quero deixá-la aqui, como uma verdadeira Sabedoria Popular, que enriquece aos que a ela prestam atenção!

 

"Tinha um pastor que vivia feliz com sua esposa e 4 filhos, até o dia que o sogro faleceu e a sogra veio morar em sua casa!

 

O pastor descontente com a situação foi falar com o sábio da aldeia!

 

O sábio lhe disse:  - Faz o seguinte: Leva prá dentro de tua casa uma de tuas cabras, para que ela habite com a família!

 

O pastor achou um disparate, mas não pensou duas vezes prá seguir os preceitos do mestre!

 

Passados alguns dias, com a situação a piorar, voltou a falar com o mestre que lhe recomendou : - Faz o seguinte: Leva mais uma de tuas cabras prá coabitar com vocês!

 

Claro, que o pastor achou um absurdo total, mas seguiu a recomendação!

 

Assim foi até o ponto do pastor já estar com 4 cabras dentro de casa, mais a esposa, os 4 filhos, e a SOGRA!

 

A situação tornou-se tão insuportável que o pastor se rebelou e foi ter com o mestre, já bastante irritado com aquilo tudo!

 

E teve a recomendação final: - Então, agora faça o seguinte: - Tire as 4 cabras de dentro de casa, e volte  daqui alguns dias!

 

Na sua volta  o mestre lhe perguntou: E então, como está indo a família?

 

E o pastor:  - Nunca fomos tão felizes!"

_________________________________________________________________________________________________________________

 

 

Hoje, quando pinta um descontentamentozinho corro logo me lembrar das cabras que já coloquei em minha vida, e me lembro do quanto sou Feliz!...Se isso não for suficiente, corro logo arrumar uma "cabra" prá me fazer lembrar!

 

 

 

publicado por Bete do Intercambiando às 18:30

29
Nov 10

Gente, aí está, o esclarecimento final sobre PEDRO CASSIANO DE AGUILAR, da boca da própria autora!

Bem, se quem esteve aqui, e deixou aquele poema lindíssimo, não foi ele, então quem foi?

 

 

 

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publicado por Bete do Intercambiando às 17:47

08
Nov 10

Hoje, fazendo uma reflexão sobre minhas vitórias e minhas perdas materiais, durante minha vida, concluí, que nos últimos 6 anos, me tornei "UMA VENCEDORA".

Digo isso com orgulho, porque, neste período, além de ter reconquistado algumas coisas materiais, conquistei também minha liberdade emocional, qualidade de vida, consegui sair de um circulo vicioso de depressão, enfim, conquistei minha felicidade, independente das coisas que me acontecem a volta.

 

Foi então, que comentando isso com minha filha, lembrei-me de um texto, que tenho há muito tempo registrado em minha agenda, retirado de um livro de Deepak Chopra : "As 7 Leis Espirituais do Sucesso": Diz êle:

 

"O sucesso na vida, poderia ser definido como a "Expansão contínua de felicidade e a realização progressiva de objetivos compensadores"...Mas, o sucesso inclui também saúde, energia, entusiasmo pela vida,relacionamentos compensadores, liberdade criativa,estabilidade física, emocional, bem estar e paz de espírito.

Mesmo que tenhamos tudo isso, permaneceremos insatisfeitos se não cultivarmos as sementes da Divindade que está dentro de nós...Na realidade, somos uma divindade disfarçada, somos embriões de deuses e deusas, que, contidos em nosso ser, buscam a plena realização."

 

 

Em outro trecho, êle diz:

 

"No distanciamento está a Sabedoria da Incerteza....na Sabedoria da Incerteza, está a libertação do passado, do conhecido, que é a prisão dos velhos condicionamentos.

E, na mera disponibilidade para o desconhecido, para o campo de todas as possibilidades, rendemo-nos à mente criativa que rege o Universo"!

 

Acho que estas palavras reforçaram a 'MINHA METAMORFOSE AMBULANTE" 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado por Bete do Intercambiando às 14:22

28
Out 10

Ontem, nossa querida Maria publicou aqui um post sobre as ervas aromáticas, e nos fêz lembrar de uma receita de "abóbora com coentro" que faço, que, na verdade, fui eu mesma que inventei, mas nem por isso menos gostosa!...Minhas meninas, quando crianças aprenderam a gostar de abóboras, por conta dela!

 

Mas, antes de ir à receita, quando ela falou da substituição do sal, pelas ervas,acabei me recordando de algo bem engraçado!..É rápido, leva só um minutinho prá contar:

 

Papai, era um excelente cozinheiro, tudo que ele fazia ficava ótimo, mas, tinha a mão um pouco pesada no sal!...Eu, sempre às voltas com uma alimentação saudável, já vou bem mais devagar, e, às vezes lhe falava:- Nossa, tá com a mãozinha pesada no sal, hem?!!!!!

Êle, descendente de italianos, já respondia, fazendo voz de zangado: - Puta merda,(delicaaaado!!!) vocês, daqui a pouco vão comer sem sal, e achar que está salgado!..E não é, que mais do que uma vez, só fui me dar conta que havia esquecido o sal, quando já estava quase acabando de comer?...Aí, me lembro e dou risada!...E também fico com saudades...Muitas saudades!

 

Bem, mas vamos à receita:

 

Pegue uma abóbora madura, descasque e corte em cubos.Claro, que se a abóbora for muito grande, faça a quantia que lhe apetecer.

Faça um refogado com bastante cebola ( 1 ou 2), uns 3 dentes de alho, e acrescente a abóbora, e um pouco de sal.

Vá cozinhando até que vire uma papa, corrija o sal à gosto, acrescente um pouco de farinha de mandioca, apenas o suficiente para dar uma certa "liga" e, então acrescente um pouco de salsinha, cebolinha e um toque de coentro...Cuidado para não exagerar no coentro, pois pode alterar todo o prato...E cuidado tb com o sal, pois se salgar muito perde toda a graça.

 

Obs: Às vezes a própria consistência da abóbora,  leva-nos a achar a farinha de mandioca dispensável, mas é ela que vai dar também o diferencial do prato. Serve de acompanhamento para carnes, e indispensável também o arroz branco!....Se sobrar, pode deixar na geladeira e servir como acompanhamento frio numa próxima refeição, que, no caso vai substituir uma eventual salada.....Bom também!

 

 

 

 

publicado por Bete do Intercambiando às 16:30

19
Out 10

No meio do caminho

No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.

Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.

 

Quero dedicar este poema de Carlos Drumond de Andrade, à minha filha e seus amigos desbravadores de "pedras no meio do caminho".Se quiserem ver suas aventuras deem uma expiadinha no  http://intercambiando.blogs.sapo.pt/26065.html   .

Este poema foi publicado  em 1928 na  modernista "Revista de Antropofagia", e muito criticado, então!

  

Dificilmente há quem não o conheça!...Talvez tenham sido as próprias críticas da época que o tenham marcado tanto!

Acabou virando uma marca registrada de Carlos Drumond de Andrade que, mais tarde, em 1967, acabou lançando um livro " Uma Pedra no meio do Caminho-Biografia de um Poema".

 

 

 

...Não é difícl encontrar quem não se identifique!!!

 

 

 

 

publicado por Bete do Intercambiando às 20:42

16
Out 10

Amigas

Lindas palavras, atribuídas à Mario Quintana, mas fiquei em dúvida, pela citação "Spa"!..."Tentar segurar a onda" (?)

Oportunamente, tentarei comprovar a sua autenticidade!...Mas, até lá, podemos nos deliciar com estas sábias palavras, seja lá quem foi que as disse!

Afinal, esta felicidade de que ele fala, não é a mesma felicidade que estamos tendo, em nossa maturidade emocional?????Não é disso que temos falado, tanto?

 

Embora, esteja como uma postagem minha no Slideshare, a apresentação não é de minha autoria!...Eu apenas a postei, para poder lhes reportar!

publicado por Bete do Intercambiando às 19:17

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