Este é um blog aberto ao público, para que aqui deixe sua postagem a respeito do tema em seu país. Pode ser a Sabedoria Popular em qualquer área: Saúde, Beleza, Vida, Particularidades Culturais, Religião, Arte.

09
Mar 11

Ontem, postamos lá no Intercambiando, mais alguns itens para o entendimento do Carnaval Brasileiro!

 

Ia parar por aqui, embora ainda se tenha muito a contar, e deixar o resto para o ano que vem,mas uma amiga minha aí de Portugal, achou interessante a continuidade, pois, eventualmente, se poderia, ainda, analisar o Carnaval como um todo.

 

Os dados abaixo e algumas coisas citadas nestes 4 posts foram consultados no livro O ENREDO, de Julio Cesar Farias, que também escreveu outro livro chamado o SAMBA ENREDO, analisando a escrita.

 

Aqui, segue, um organograma do Desfile:

 

COMISSÃO DE FRENTE:

É o primeiro setor a pé no desfile. Grupo formado por 10 a 15 pessoas, que aparece primeiro para saudar o público e apresentar a Escola aos julgadores.Em geral são impactantes, com fantasias singulares e coreografias arrojadas.

 

CARRO ABRE ALAS - É o carro que abre caminho para a Escola e apresenta o tema escolhido...Costuma trazer também o símbolo da escola. Nos últimos anos, algumas escolas optaram por colocar entre a Comissão de frente e este carro, um Casal de Mestre Sala e Porta Bandeiras.

 

ALEGORIAS: São os carros alegóricos que representam partes importantes do enredo, geralmente com grandes esculturas, muito brilho e luzes...Em média 5 alas separam um Carro Alegórico do outro...Este ano, além de tudo isso, pudemos ver também o uso de muita tecnologia nestes carros, como foi o caso da Unidos da Tijuca que, em um de seus carros tinha 30.000 litros de água e um mergulhador que tinha literalmente que passar pela garganta de um Tubarão!

 

DESTAQUES: São as pessoas com fantasias luxuosas que vem nos carros alegóricos e representam  elementos do Enredo, e tem também os destaques de chão que vem à frente ou no meio de algumas Alas. ( Nesta categoria entram,  as mulheres semi nuas, que, chamam tanto a atenção e fazem parecer que o Carnaval é só aquilo!...Confesso, até hoje, também não sei porque a brasileira gosta tanto de mostrar o corpo)

 

ALAS:  São os grupos de pessoas que usam o mesmo modelo de fantasia que narram vários itens do enredo e evoluem entre os carros alegóricos...Aqui o carnavalesco fica atento não apenas à função narrativa das fantasias, como também ao conjunto cromático em relação às outras alas.

 

ALA DAS BAIANAS: Aqui vem algumas das sambistas mais idosas da Escola...Este ano tivemos, na São Clemente uma senhora de 86 anos, rodopiando suas saias imensas nos refrões do samba enredo.

 

ALA DOS COMPOSITORES: Formada pelos antigos e novos compositores da Escola, em algumas, esta ala vem junto com a da velha guarda., fechando o desfile.

 

VELHA GUARDA: Traz os sambistas mais antigos da Escola. Os participantes se vestem com elegância e destacam as cores da Escola.

 

BATERIA: Composta por aproximadamente 300 ritmistas. Eles se organizam pelo tipo de instrumento, que vai de pandeiro, tamborim, agogô, chocalho, cuica, surdo, até baldes e frigideiras de alumínio.

 

PASSISTAS: grupo formado por homens e mulheres que tem a função de apresentar o Samba no Pé...Em geral são postados frente a Bateria onde podem se exibir com mais garra. ( E o som favorece).

 

MESTRE SALA E PORTA BANDEIRAS: O casal que conduz o pavilhão com o símbolo da Escola.Eles não sambam, devem ter gestos elegantes e suaves, bailando e rodando pela Avenida.São dois os Casais por Escola, neste quesito.

 

Encontrei no Youtube um compacto com a apresentação de 5 Mestres -Salas e Porta Bandeiras, de deiferentes escolas...Não é deste ano, é de 2005, mas gostei do formato, assim diversificado em 5 temas diferentes, que permite uma análise global....Espero que gostem!

 

 

 

 

publicado por Bete do Intercambiando às 03:26

06
Mar 11

 

Iniciei, hoje, no Intercambiando, a apresentação  do nosso carnaval, não, como uma sucessão de alegorias e mulheres nuas, mas como o que ele realmente é: A Representatividade de nossa cultura!...Uma Obra artística e cultural, que emprega milhares de pessoas, e movimenta milhões de reais...

 

Lá, falamos do Tema e do Enredo!

 

Aqui segue uma sinopse do Enredo da Primeira Escola a desfilar, hoje, a São Clemente!...Não sei se será a melhor, ou não, mas será a primeira a desfilar, e aos que assistirem, após a leitura desta sinopse ficará mais fácil compreendê-la.

 

Atentem, como o enredo se diversifica e abrange diversas áreas, sem sair de seu contexto

 

NOME DO ENREDO:  Conselho Deliberativo da Criação Divina


"Lá longe e tão perto, eternizado em nossos corações, está Deus. Dada sua condição especial, onipresente e divino, Ele convoca todos os santos, anjos e arcanjos e institui o Conselho Deliberativo da Criação Divina. Transforma-os em incansáveis missionários para construir o mundo dos homens em sete dias. E afirma: - Dos sete, utilizarei dois para criar uma cidade admirável, esculpida pela própria natureza.

Em seguida, chama por São Clemente e São Sebastião e ordena-os:
- Vocês serão responsáveis pela obra desta "cidade única". Descerão da criação divina ao plano material, levando o sopro à vida. Distribuirão mistérios por uma terra abundante de frutos, pássaros e peixes. Belas, igualmente únicas e belas, serão suas paisagens e suas águas cristalinas "azuis como a cor do mar". E ao término do cumprimento de minha ordem divina chamem-na de E Deus fez a Maravilha. Contudo, antes de partirem, o criador de todas as coisas designou os anjos Ariel, Gabriel e Raphael para a tarefa de fiscalizar as obras e a vida na cidade única por Ele planejada.

Rio: um porto desejado!
A Maravilha de Deus é contemplada.
Os fenícios podem ter sido os primeiros que aqui chegaram. Eles vislumbram um "Rio Alado". Algumas inscrições gravadas no alto da Pedra da Gávea permitem fantasiar sobre esta versão indubitavelmente mágica em sintonia com a natureza.

O Rio torna-se alvo irresistível para os navegadores portugueses e franceses, que ávidos da majestosa natureza, travam batalhas por seu valor inestimável.
Deus percebendo a cobiça e o crescente desejo pelo domínio de sua menina dos
olhos promove São Sebastião a santo padroeiro da cidade. Credita-se a São Sebastião, o bem-aventurado, parte do nosso futuro sucesso como cidade. Dada a batalha final, é ele quem surge na visão do consciente imaginário português motivando-o a vencer e expulsar os invasores, fundando-se a Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.

Império Tropical
Vendo através dos olhos dos homens, o nosso divino arquiteto dá condições à vida...
A Família Real desembarca no Rio de Janeiro. É a época da política do "Ponha-se na Rua", nome dado, com senso de humor, pelos cariocas, que se inspiravam nas iniciais "PR", de Príncipe Regente, que eram gravadas na porta das casas requisitadas para os nobres portugueses.

A Divindade transforma-se em uma realidade histórica. É a fonte cristalina das águas do Rio carioca. Suas águas correm, suprem as necessidades de abastecimento e chegam aos homens. Tornam-se as águas do Rio, dos escravos agueiros, dos caminhos dos aquedutos, das mães-d´água: das bicas públicas, dos chafarizes, das casas dos nobres.

Águas que molham o canto das lavadeiras nos riachos e atiçam o imaginário carioca: mulheres que delas bebiam ficavam formosas e os homens recuperavam o vigor físico. Seguindo o caminho das águas do Rio, a sabedoria divina é observada na natureza. Emerge da terra macia e fértil uma deslumbrante floresta urbana. Depois de emitidos os relatórios pelos anjos consultores de Deus, visando garantir a comunhão entre a natureza e a cultura dos seres humanos, conclui-se a Floresta que se denominou Floresta da Tijuca. Não obedecendo à ordem existente, o homem, nela, cultivou o plantio do café. A cafeicultura se espalhou rapidamente por grande parte do Maciço da Tijuca, ocasionando forte desmatamento, o que levou os barões e os senhores do café, os nobres e a crescente população da capital do Império a sentirem a ira de Deus.

Como resposta, atribui aos homens consequências desastrosas como as severas secas que atingiram o Rio de Janeiro, criando um problema periódico de falta d’água para a cidade carioca. Como se não bastasse, o governo imperial foi responsabilizado por um programa emergencial de preservação dos mananciais e do replantio das árvores da Floresta da Tijuca, seguido das desapropriações das fazendas cafeeiras da região.

Em contrapartida, o governo propôs o cultivo de um jardim, com o intuito de estimular a aclimatação e a cultura de especiarias exóticas vindas das Índias Orientais. A fluida terra desse jardim, nomeado, inicialmente, de Real Horto, Real Jardim Botânico e, finalmente, de Jardim Botânico do Rio de Janeiro, semeou-se de novas opções de plantio.

Nele, a mão de obra chinesa foi utilizada para testar a receptividade do solo carioca ao cultivo do chá. Contudo, diante da experiência marcada pelo insucesso, os chineses foram aproveitados para abrir uma via carroçável. Nesta obra, teriam feito seu acampamento onde hoje está localizada a Vista Chinesa, dando origem desta maneira a um dos mais belos mirantes da cidade do Rio.

Modernismo Carioca
São Clemente e São Sebastião, após se reunirem com os anjos fiscais das obras divinas, chegam à conclusão que devem, mesmo sabendo da conformação geográfica da cidade (constituída de elevações, lagoas e pântanos), encaminhar, para a aprovação do Conselho Deliberativo da Criação Divina, o programa urbanístico do engenheiro e prefeito Pereira Passos, que visa transformar a antiga cidade imperial em uma metrópole cosmopolita.

Sob esta ação, inicia-se no centro carioca uma grande intervenção. Em pouco tempo as picaretas do progresso abrem à cidade as vias da modernidade. Construção de grandes e largas avenidas, de praças e jardins; revitalização do cais do porto e arborização da Avenida Beira-Mar.

Entre planos estratégicos, riscos e traços, o Rio civiliza-se e é "rebatizado" de Cidade Maravilhosa. Conta-se, inclusive, que nessa época, Deus para proteger os seres aterrados, nomeou São Jorge como General da Guanabara. E salve Jorge!

Os princípios do projetar moderno, contudo, somente são aplicados nas décadas
seguintes pelo estudo urbanístico do arquiteto Alfred Agache e dos projetos do
arquiteto-paisagista Roberto Burle Marx que, entre outros, assina o projeto paisagístico do Parque do Flamengo.

Nesse contexto de grandes transformações, os belos cenários urbanos projetados e ordenados pelos novos meios técnicos do homem conjugam harmoniosamente as paisagens do Rio, possibilitando uma gestão cultural à altura do que a cidade única idealizada por Deus merece.

 

Continua, falando da música, e tem o samba enredo, aos que se interessarem segue em http://www.saoclemente.com.br/joomla/index.php?option=com_content&view=article&id=12&Itemid=14

Agora, tudo isso transformado em Carnaval, no Sambódromo

 

publicado por Bete do Intercambiando às 23:22

07
Fev 11
publicado por Bete do Intercambiando às 20:38

13
Jan 11

O chimichurri é um tempero tradicional para carnes e churrascos, mas tive uma surpresa bem agradável, com um peixe comido na Rua do Porto em Piracicaba/SP/Brasil.

 

Um restaurante muito simpático, com gente bonita, não tivemos dúvida em parar lá e pedir Filhote Assado! ( que até agora não sei que peixe é esse!).

 

Bem, veio o tal Filhote Assado no sal grosso, e por cima um molho de manteiga, com alguma coisa que não identificamos de imediato o que seria, apenas que era muito, muuuiiiittto bom!

 

Dias depois, por indicação de minha prima, comprei chimichurri, que aqui tem para vender também em saquinhos, e foi então que identificamos o que tinha misturado à manteiga que cobria o tal Filhote!...

 

Depois disso, passei a usá-lo nos peixes que faço em casa, sempre com sucesso!...

 

Ontem, uma notícia triste: A Rua do Porto, com o excesso de chuvas, foi totalmente invadida pelo Rio Piracicaba, e os comerciantes daquela região perderam tudo!

 

 

 

 Foto do Rio Piracicaba

 

 

Mostrando a cidade e o Rio

 

 

A R. do Porto, debaixo d'água!

 

 

 

 Foto gentilmente cedida por Silvio do http://silviomarchini.blogspot.com

 

 

Como Ganhar Dinheiro na Internet
publicado por Bete do Intercambiando às 17:53

08
Jan 11

Meu pai adorava remédios naturais, mas dizia, que não acreditava nos que eram bom prá tudo!...Eu já adoro os que se dizem bom prá tudo, e, acredito mesmo, que se resolve uma pendenga, pode melhorar outras também!

 

É o caso dos Tibicos, que, prá quem não conhece, são bacilos, que vivem dentro d'água, e cuja alimentação, se é que se possa dizer isso,  é o açúcar mascavo....Conhecem?

 

Algumas pessoas o chamam também de Kefir de Água, Cogumelos do Sol.

 

Eu já o tomo a 4 anos, e só percebi o quanto ele me fazia bem, numa ocasião que viajei, e deixei de tomá-lo!

 

Comecei tomando-o por pura curiosidade, pois a literatura que o acompanhava ( minha amiga fez questão de me enviar tb suas propriedades), prometia:

 

JUNÇÕES: Alivia reumatismo, artrite, tira dor de extremidades musculares;

 

CABEÇA: Mantém a cabeça saúdavel, livre de dores e enxaquecas;

 

CÂNCER: Impede o aparecimento e cura em alguns casos (principalmente o de pele);

 

FÍGADO:Melhora suas funções, amolece o fígado duro e resolve problemas de vesícula;

 

CORAÇÃO: Alivia e melhora doenças cardíacas;

 

MÚSCULOS: Alivia músculos endurecidos e relaxa o músculo da nuca;

 

NERVOS: Cura dores, insônia e tontura;

 

OBESIDADE: Cura obesidade, queimando gorduras (melhora a tireóide);

 

OLHOS: Reabilita a potência e elimina a catarata;

 

CABELO: Reafirma a cor original; evita a calvície;

 

PULMÕES:Fortifica, cura bronquite, asma e elimina a tosse;a s

SANGUE: Baixa o colesterol, amacia as veias e artérias duras, cura alguns tipos de diabetes, diminui a hipertensão e cura hemorróidas;

 

 

Finalmente, mantém o corpo fresco no verão e aquecido no inverno.

 

____________________________________________________________________________________________________________________

 

 

Bem, de minha parte, posso dar testemunho de que me curou umas dores no joelho, dores de cabeça, que eu tinha diariamente, inchaços, intestinos.

Já meu pai, de tanto eu insistir acabou tomando e sua pressão abaixou de 19 para 12.

 

Veja como prepará-lo:

 

 

Oportunamente pretendo fazer meu próprio vídeo!

 

 

 

Como Ganhar Dinheiro na Internet
publicado por Bete do Intercambiando às 12:16

13
Dez 10

Fizemos 2 postagens aqui, sobre as "Cidades do Bem viver"  http://sabedoriapopular.blogs.sapo.pt/28114.html  e  http://intercambiando.blogs.sapo.pt/32929.html  , e, no decorrer das pesquisas, descobrimos que Portugal também já tem as "Suas"!

 

Como sou brasileira, e não portuguesa, postarei aqui apenas uma foto de cada uma delas, pois me parece que até o momento são 4 cidades. 

 

Se passar por aqui algum morador destas cidades, que queiram dar seu testemunho, basta entrar em "PARTICIPAR DO BLOG", pois êste é um blog aberto ao público, e nos dará imensa alegria participantes interessados em divulgar as culturas regionais. Gostaríamos muito de saber, também, se estas cidades obtiveram algum benefício de qualidade de vida de seus moradores após a adesão ao programa.O que mudou desde então!

 

 

LAGOA

 

 

 

 

SILVES 

 

 

 

SÃO BRÁS DO ALPORTEL

 

 

 

TAVIRA

 

 

 

 

 

publicado por Bete do Intercambiando às 20:53

27
Nov 10

Gente, estou embasbacada!...

 

Pedro Cassiano Aguilar apareceu aqui no blog, e nos deixou seu espetacular poema, por inteiro!

 

Ele disse: Não sou um personagem fictício. Eu existo... eis o meu poema "Areias do Tempo":


Cada volta que o ponteiro do relógio dá
Acelera o passo da minha vida
Encurta minha história e antecipa meu fim
Que tem hora marcada pra chegar
Mas que eu desconheço

Cada um de nós é como um livro
Que guarda sua própria história
Com início, meio e fim
Nosso corpo é só uma casa onde a alma habita
E a morte é o último vôo de nossa alma
Que parte por não caber mais nessa casa
Como se quisesse começar uma nova história, um novo livro

Cada minuto que passa pode ser tudo que me resta para viver
Mas eu desperdiço o tempo como se ele fosse infinito
Penso, logo sei que existir é uma circunstância
Que a vida acontece num sopro de Deus
E a chama permanece acesa enquanto estamos vivos

Cada pessoa tem uma criança aprisionada dentro de si
A criança que fomos nunca muda
Nosso corpo é que envelhece ao redor dela
Eu queria viver minha infância toda outra vez
Mas a ampulheta do tempo eu não posso virar
Pedro Cassiano Aguillar a 27 de Novembro de 2010 às 21:16

 

Quando escrevi o Post " A Comoção por uma frase", não encontrei o menor vestígio dele, e supus que fizesse parte do imaginário de Elizabeth Jihn!

 

Pedi a ele que nos dê uma prova de sua existência ( rsrsrsrsrsrs)..... isto aqui está até parecendo coisa de outro mundo!

 

Pedro Cassiano Aguillar, o mundo quer te ver!

 

 

 

 

Segue link de seu comentário:   http://sabedoriapopular.blogs.sapo.pt/18317.html?thread=52621#t52621

 

 

Como Ganhar Dinheiro na Internet
publicado por Bete do Intercambiando às 23:47

24
Out 10

Ontem, fazendo um comentário ao post de Belisa sobre a Amnistia Internacional, disse-lhe que tenho vivido como os três macaquinhos famosos, um com as mãos nos olhos, outro com as mãos na boca, outro com as mãos nos ouvidos....

Aí dei-me conta dessas figuras que estão sempre ilustrando, comunicando claramente situações, e quiz saber mais sobre elas!...E a historia é bastante interessante!...Vale a pena se aprofundar:

 

Os Três Macacos Sábios  ilustram a porta do Estábulo Sagrado, um templo do século XVII localizado no Santuário Toshogu, na cidade de Nikko, Japão. Sua origem é baseada em um trocadilho japonês. Seus nomes são mizaru (o que cobre os olhos), kikazaru (o que tapa os ouvidos) e iwazaru (o que tapa a boca), que é traduzido como NÃO OUÇA O MAL, NÃO FALE O MAL e NÃO VEJA O MAL. A palavra saru, em japonês, significa macaco e tem o mesmo som da terminação verbal  zaru, que está ligado à negação.

 

O folclore japonês diz que a imagem dos macacos foi trazida por um monge budista chinês,  no século XVIII. Apesar disso, não há comprovação dessa suposição.

 

É uma forma de lembrar que, se os homens não olhassem, não ouvissem e não falassem o mal alheio, teríamos comunidades pacíficas com paz e harmonia.

 

 

 

Como Ganhar Dinheiro na Internet
publicado por Bete do Intercambiando às 02:51

21
Out 10

Assim, como Sofia, ( do livro A escolha de Sofia de William Styrone), que teve que escolher qual de seus 2 filhos pretendia deixar assassinar, Marina Silva, canditada derrotada em primeiro turno nas eleições presidenciais brasileiras, mas com expressiva votação, também ela, se viu num dilema:- Qual dos candidatos apoiar, uma vez que seu apoio seria decisivo para qualquer das partes....A sua escolha não poderia se limitar  a  preferências partidárias, mas, e principalmente,  teria que ser baseada em compromisso com suas ideologias.....Assim como eu, milhões de brasileiros, num primeiro momento, se decepcionaram com sua decisão!....Mas, lendo na íntegra sua carta aos candidatos, se pode compreendê-la!....

É uma carta bastante longa, mas importante a leitura àqueles que querem compreender a política brasileira! 

 

 

 

Carta Aberta aos Candidatos à Presidência da República

 

Prezada Dilma Roussef,

Prezado José Serra,

 

Agradeço, inicialmente, a deferência com que ambos me honraram

ao manifestar interesse em minha colaboração e a atenção que

dispensaram às propostas e ideias contidas na “Agenda para um

Brasil Justo e Sustentável” que nós, do Partido Verde, lhes enviamos

neste segundo turno das eleições presidenciais de 2010.

Embora seus comentários à Agenda mostrem afinidades importantes

com nosso programa, gostaríamos que avançassem em clareza e

aprofundamento no que diz respeito aos compromissos. Na verdade,

entendemos que somos o veículo para um diálogo de ambos com os

eleitores a respeito desses temas. Nesse sentido, mantemo-nos na

posição de mediadores, dispostos a continuar colaborando para que

esse processo alcance os melhores resultados.

Aos contatos que tivemos e aos documentos que compartilhamos,

acrescento esta reflexão, que traz a mesma intenção inicial de minha

candidatura: debater o futuro do Brasil.

Quero afirmar que o fato de não ter optado por um alinhamento neste

momento não significa neutralidade em relação aos rumos da

campanha. Creio mesmo que uma posição de independência,

reafirmando ideias e propostas, é a melhor forma de contribuir com o

povo brasileiro.

Já disse algumas vezes que me sinto muito feliz por, aos 52 anos,

estar na posição de mantenedora de utopias, como os brasileiros que

inspiraram minha juventude com valores políticos, humanos, sociais e

espirituais. Hoje vejo que utopias não são o horizonte do impossível,

mas o impulso que nos dá rumo, a visão que temos, no presente, do

que será real e terreno conquistado no futuro.

É com esse compromisso da maturidade pessoal e política e com a

tranquilidade dada pelo apreço e respeito que tenho por ambos que

ouso lhes dirigir estas palavras.

Quando olhamos retrospectivamente a história republicana do Brasil,

vemos que ela é marcada pelo signo da dualidade, expressa sempre

pela redução da disputa política ao confronto de duas forças

determinadas a tornar hegemônico e excludente o poder de Estado.

Republicanos X monarquistas, UDN X PSD, MDB X Arena e, agora,

PT X PSDB.

Há que se perguntar por que PT e PSDB estão nessa lista. É uma

ironia da História: dois partidos nascidos para afirmar a diversidade

da sociedade brasileira, para quebrar a dualidade existente à época

de suas formações, se deixaram capturar pela lógica do embate entre

si até as últimas consequências.

Ambos, ao rejeitarem o mosaico indistinto representado pelo guardachuva

do MDB, enriqueceram o universo político brasileiro criando

alternativas democráticas fortes e referendadas por belas histórias

pessoais e coletivas de lutas políticas e de ética pública.

Agora, o mergulho desses partidos no pragmatismo da antiga lógica

empobrece o horizonte da inadiável mudança política que o país

reclama. A agressividade de seu confronto pelo poder sufoca a

construção de uma cultura política de paz e o debate de projetos

capazes de reconhecer e absorver com naturalidade as diferentes

visões, conquistas e contribuições dos diferentes segmentos da

sociedade, em nome do bem-comum.

A permanência dessa dualidade destrutiva é característica de um

sistema politico que não percebe a gravidade de seu descolamento

da sociedade. E que, imerso no seu atraso, não consegue dialogar

com novos temas, novas preocupações, novas soluções, novos

desafios, novas demandas, especialmente por participação política.

Paradoxalmente, PT e PSDB, duas forças que nasceram inovadoras

e ainda guardam a marca de origem na qualidade de seus quadros,

são hoje os fiadores desse conservadorismo renitente que coloniza a

política e sacrifica qualquer utopia em nome do pragmatismo sem

limites.

Esse pragmatismo, que cada um usa como arma, é também a

armadilha em que ambos caem e para a qual levam o país. Arma-se

o eterno embate das realizações factuais, da guerra de números e

estatísticas, da reivindicação exclusivista de autoria quase sempre

sustentada em interpretações reducionistas da história.

Na armadilha, prende-se a sociedade brasileira, constrangida a ser

apenas torcida quando deveria ser protagonista, a optar por pacotes

políticos prontos que pregam a mútua aniquilação.

Entendo, porém, que o primeiro turno de 2010 trouxe uma reação

clara a esse estado de coisas, um sinal de seu esgotamento. A

votação expressiva no projeto representado por minha candidatura e

de Guilherme Leal sinaliza, sem dúvida, o desejo de um fazer político

diferente.

Se soubermos aproveitá-la com humildade e sabedoria, a realização

do segundo turno, tendo havido um terceiro concorrente com quase

20 milhões de votos, pode contribuir decisivamente para quebrar a

dualidade histórica que tanto tem limitado os avanços políticos em

nosso país.

Esta etapa eleitoral cria uma oportunidade de inflexão para todos,

inclusive ou principalmente para vocês que estão diante da chance

de, na Presidência da República, liderar o verdadeiro nascimento

republicano do Brasil.

Durante o primeiro turno, quando me perguntavam sobre como iria

compor o governo e ter sustentação no Congresso Nacional, sempre

dizia que, em bases programáticas, iria governar com os melhores de

cada partido. Peço que vejam na votação concedida à candidatura do

PV algo que ultrapassa meu nome e que não se deixem levar por

análises ligeiras.

Esses votos não são uma soma indistinta de pendores setoriais. Eles

configuram, no seu conjunto, um recado político relevante. Entendoos

como expressão de um desejo enraizado no povo brasileiro de

sair do enquadramento fatalista que lhe reservaram e escolher outros

valores e outros conteúdos para o desenvolvimento nacional.

E quem tentou desqualificar principalmente o voto evangélico que me

foi dado, não entendeu que aqueles com quem compartilho os

valores da fé cristã evangélica, vão além da identidade espiritual.

Sabem que votaram numa proposta fundada na diversidade, com

valores capazes de respeitar os diferentes credos, quem crê e quem

não crê. E perceberam que procurei respeitar a fé que professo, sem

fazer dela uma arma eleitoral.

Os exemplos de cristãos como Martin Luther King e Nelson Mandela

e do hindu Mahatma Ghandi mostram que é possível fazer política

universal com base em valores religiosos. São inspiração para o

mundo. Não há porque discriminar ou estigmatizar convicções

religiosas ou a ausência delas quando, mesmo diferentes, nos

encontramos na vontade comum de enfrentar as distorções que

pervertem o espaço da política. Entre elas, a apropriação material e

imaterial indevida daquilo que é público, seja por meio de corrupção

ou do apego ao poder e a privilégios; a má utilização de recursos e

de instrumentos do Estado; e o boicote ao novo.

Assim, ao contrário de leituras reducionistas, o apoio que recebi dos

mais diversos setores da sociedade revela uma diferença

fundamental entre optar e escolher. Na opção entre duas coisas précolocadas

e excludentes, o cidadão vota “contra” um lado, antes

mesmo de ser a favor de outro. Na escolha, dá-se o contrário: o voto

se constrói na história, na ampliação da cidadania, na geração de

novas alternativas em uma sociedade cada vez mais complexa.

A escolha, agora, estende-se a vocês. É a atitude de vocês, mais que

o resultado das urnas, que pode demarcar uma evolução na prática

política no Brasil. Podemos permanecer no espaço sombrio da

disputa do poder pelo poder ou abrir caminho para a política

sustentável que será imprescindível para encarar o grande desafio

deste século, que é global e nacional.

Não há mais como se esconder, fechar os olhos ou dar respostas

tímidas, insuficientes ou isoladas às crises que convergem para a

necessidade de adaptar o mundo à realidade inexorável ditada pelas

mudanças climáticas. Não estamos apenas diante de fenômenos da

natureza.

O mega fenômeno com o qual temos que lidar é o do encontro da

humanidade com os limites de seus modelos de vida e com o grande

desafio de mudar. De recriar sua presença no planeta não só por

meio de novas tecnologias e medidas operacionais de sobrevivência,

mas por um salto civilizatório, de valores.

Não se trata apenas de ter políticas ambientais corretas ou a

incentivar os cidadãos a reverem seus hábitos de consumo. É

necessária nova mentalidade, novo conceito de desenvolvimento,

parâmetros de qualidade de vida com critérios mais complexos do

que apenas o acesso crescente a bens materiais.

O novo milênio que se inicia exige mais solidariedade, justiça dentro

de cada sociedade e entre os países, menos desperdício e menos

egoísmo. Exige novas formas de explorar os recursos naturais, sem

esgotá-los ou poluí-los. Exige revisão de padrões de produção e um

fortíssimo investimento em tecnologia, ciência e educação.

É esse, em síntese, o sentido do que chamamos de Desenvolvimento

Sustentável e que muitos, por desconhecimento ou má-fé, insistem

em classificar como mera tentativa de agregar mais alguns cuidados

ambientais ao mesmo paradigma vigente, predador de gente e

natureza.

É esse mesmo Desenvolvimento Sustentável que não existirá se não

estiver na cabeça e no coração dos dirigentes políticos, para que

possa se expressar no eixo constitutivo da força vital de governo.

Que para ganhar corpo e escala precisa estar entranhado em

coragem e determinação de estadista. Que será apenas discurso

contraditório se reduzido a ações fragmentadas logo anuladas por

outras insustentáveis, emanadas do mesmo governo.

E, finalmente, é esse o Desenvolvimento Sustentável cujos objetivos

não se sustentarão se não estiver alicerçado na superação da

inaceitável, desumana e antiética desigualdade social. Esta é ainda a

marca mais resistente da história brasileira em todos os tempos, em

que pesem os inegáveis avanços econômicos dos últimos 16 anos,

que nos levaram à estabilidade econômica, e das recentes

conquistas sociais que tiraram da linha da pobreza mais de 24

milhões de pessoas e elevaram à classe média cerca de 30 milhões

de pessoas.

A sociedade, em sua sábia intuição, está entendendo cada vez mais

a dimensão da mudança e o compromisso generoso que ela implica,

com o país, com a humanidade e com a vida no Planeta. Os votos

que me foram dados podem não refletir essa consciência como

formulação conceitual, mas estou certa de que refletem o sentimento

de superação de um modelo. E revelam também a convicção de que

o grande nó está na política porque é nela que se decide a vida

coletiva, se traçam os horizontes, se consolidam valores ou a falta

deles.

Essa perspectiva não foi inventada por uma campanha presidencial.

Os votos que a consagram estão sendo gestados ao longo dos

últimos 30 anos no Brasil, desde que a luta pela reconquista da

democracia juntou-se à defesa do meio ambiente e da qualidade de

vida nas cidades, no campo e na floresta.

Parte importante da nossa população atualizou seus desafios,

desejos e perspectivas no século 21. Mas ainda tem que empreender

um esforço enorme e muitas vezes desanimador para ser ouvida por

um sistema político arcaico, eleitoreiro, baseado em acordos de

cúpula, castrador da energia social que é tão vital para o país quanto

todas as energias de que precisamos para o nosso desenvolvimento

material.

Estou certa de que estamos no momento ao qual se aplica a frase

atribuída a Victor Hugo: “Nada é mais forte do que uma idéia cujo

tempo chegou”.

O segundo turno é uma nova chance para todos. Para candidatos e

coligações comprometerem-se com propostas e programas que

possam sair das urnas legitimados por um vigoroso pacto social entre

eleitos e eleitores. Para os cidadãos, que podem pensar mais uma

vez e tornar seu voto a expressão de uma exigência maior, de que a

manutenção de conquistas alie-se à correção de erros e ao preparo

para os novos desafios.

Mesmo sem concorrer, estamos no segundo turno com nosso

programa, que reflete as questões aqui colocadas. Esta é a nossa

contribuição para que o processo eleitoral transcenda os velhos

costumes e acene para a sustentabilidade política que almejamos.

Como disse, ousei trazer a vocês essas reflexões, mas não como

formalidade ou encenação política nesta hora tão especial na vida do

pais. Foi porque acredito que há terreno fértil para levarmos adiante

este diálogo. Sei disso pela relação que mantive com ambos ao longo

de nossa trajetória política.

De José Serra guardo a experiência de ter contado com sua

solidariedade quando, no Senado, precisei de apoio para aprovar

uma inédita linha de crédito para os extrativistas da Amazônia e para

De José Serra guardo a experiência de ter contado com sua

solidariedade quando, no Senado, precisei de apoio para aprovar

uma inédita linha de crédito para os extrativistas da Amazônia e para

criar subsídio para a borracha nativa. Serra dispôs-se a ele mesmo

defender em plenário a proposta porque havia o risco de ser

rejeitada, caso eu a defendesse.

Com Dilma Roussef, tenho mais de cinco anos de convivência no

governo do presidente Lula. E, para além das diferenças que

marcaram nossa convivência no governo, essas diferenças não

impediram de sua parte uma atitude respeitosa e disposição para a

parceria, como aconteceu na elaboração do novo modelo do setor

elétrico, na questão do licenciamento ambiental para petróleo e gás e

em outras ações conjuntas.

Estou me dirigindo a duas pessoas dignas, com origem no que há de

melhor na história política do país, desde a generosidade e

desprendimento da luta contra a ditadura na juventude, até a

efetividade dos governos de que participaram e participam para levar

o país a avanços importantes nas duas últimas décadas.

Por isso me atrevo, seja quem for a assumir a Presidência da

República, a chamá-los a liderar o país para além de suas razões

pessoais e projetos partidários, trocando o embate por um debate

fraterno em nome do Brasil. Sem esconder as divergências, vocês

podem transformá-las no conteúdo do diálogo, ao compartilhar idéias

e propostas, instaurando na prática uma nova cultura política.

Peço-lhes que reconheçam o dano que a política atrasada impõe ao

país e o risco que traz de retrocessos ainda maiores. Principalmente

para os avanços econômicos e sociais, que a sociedade brasileira,

com justa razão, aprendeu a valorizar e preservar.

Espero que retenham de minha participação na campanha a

importância do engajamento dos jovens, adolescentes e crianças,

que lhes ofereçam espaço de crescimento e participação. Que

acreditem na capacidade dos cidadãos e cidadãs em desejar o novo

e mostrar essa vontade por meio do seu voto. Que reconheçam na

sociedade brasileira uma sociedade adulta, o que pressupõe que

cada eleitor escolha o melhor para si e para o país e o expresse, de

forma madura, livre e responsável, sem que seu voto seja

considerado propriedade de partidos ou de políticos. Pois, como

repeti inúmeras vezes no primeiro turno, o voto não era meu, nem da

Dilma, nem do Serra. O voto é e sempre será do eleitor e de sua

inalienável liberdade democrática.

Esta é minha contribuição, ao lado das diretrizes de programa de

governo que são um retrato do amadurecimento de quase 30 anos de

construção do socioambientalistmo no Brasil. Espero que a acolham

como ela é dada, com sinceridade. A utopia, mais que sinal de

ingenuidade, é mostra de maturidade de um povo cujo olhar eleva-se

acima do chão imediato e anseia por líderes capazes de fazer o

mesmo.

Que Deus continue guiando nossos caminhos e abençoando nossa

rica e generosa nação.

Marina

publicado por Bete do Intercambiando às 02:39

30
Set 10

Em especial às amigas (os) de Portugal, que dizem, que o Português do Brasil é doce!

"METADE" interpretada por Oswaldo Montenegro!

 

Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio

Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.

Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.

Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção.

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.

publicado por Bete do Intercambiando às 04:37

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